quarta-feira, 10 de novembro de 2010
What is the Church?
Basta ter um propósito, uma missão e um plano, todos eles ligados a Deus. Isso é a igreja. O resto serve apenas de atrativo para que o mundo torne-se cheio de pessoas glorificadas. Assistam. Vale a pena!
domingo, 10 de outubro de 2010
Amor engorda
Isso mesmo. Amor engorda. Amar engorda. No início, paixão emagrece. Um toque do celular, uma mensagem de texto, um e-mail, um olhar. Qualquer coisa é motivo para o coração disparar e isso vale mais do que correr 10 km. Sem contar que o apetite do apaixonado pode ser saciado por coisas que não engordam. Beijos intermináveis, pele com pele, mão esbarrando na mão. O sono diminui, a adrenalina corre como louca, olhos brilhando. Cada suspiro consome 15 calorias.
E de repente, o mal-me-quer, bem-me-quer vira bem-me-quer, bem-me-quer. Os dias passam em câmera lenta se não estão juntos. Não há mais necessidade de dormir, comer, falar. Os dias se ajeitam na espera do encontro. Ou de uma ligação.
Até o dia que a paixão vira amor. Tudo é motivo para celebração. E celebração lembra... Comer! Conquistaram o coração um do outro e não é todo dia que isso acontece. É café na cama, almoço, ceia, viagens de férias banhadas a comidas típicas, bebidas maravilhosas, sobremesas de dar água na boca. Tudo em busca de novidades para o amor. E a novidade já não é o outro, mas tudo o que se faz junto, tudo o que se gosta, tudo o que se ama. E pode haver algo mais adorável, excitante e gratificante do que descobrir que se gosta da mesma comida?
O amor chama o amor de gordinho, gordinha, docinho. Dá chocolates caros de presente. Compra vinhos, queijos, quiches e risotos. E assim o amor engorda.
Todos perguntam o que é o amor. Como sabem que estão amando. Como funciona. Essas respostas eu não sei. Mas que engorda, engorda.
E de repente, o mal-me-quer, bem-me-quer vira bem-me-quer, bem-me-quer. Os dias passam em câmera lenta se não estão juntos. Não há mais necessidade de dormir, comer, falar. Os dias se ajeitam na espera do encontro. Ou de uma ligação.
Até o dia que a paixão vira amor. Tudo é motivo para celebração. E celebração lembra... Comer! Conquistaram o coração um do outro e não é todo dia que isso acontece. É café na cama, almoço, ceia, viagens de férias banhadas a comidas típicas, bebidas maravilhosas, sobremesas de dar água na boca. Tudo em busca de novidades para o amor. E a novidade já não é o outro, mas tudo o que se faz junto, tudo o que se gosta, tudo o que se ama. E pode haver algo mais adorável, excitante e gratificante do que descobrir que se gosta da mesma comida?
O amor chama o amor de gordinho, gordinha, docinho. Dá chocolates caros de presente. Compra vinhos, queijos, quiches e risotos. E assim o amor engorda.
Todos perguntam o que é o amor. Como sabem que estão amando. Como funciona. Essas respostas eu não sei. Mas que engorda, engorda.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Minha grande amiga TPM
Primeiro dia. Simplesmente abri o olho pela manhã e sabia que ela estaria ali, junto comigo pelo resto da semana. Quase arrisquei um bom dia, mas sua cara era tão feia, que achei melhor não. Ela me diria "Bom dia pra quem? Só se for pra você!", aí achei melhor deixar como estava. Falei pra ela que não precisava ficar no pé, que eu estava cansada, que precisava de férias, que queria um feriadinho no meio da semana e ela quase arranjou briga comigo. Achei melhor não discutir mais uma vez.
Saí de casa e ela estava ao meu lado. Me empurrando. Me dando dor de cabeça. Querendo que eu desse atenção pra ela, mas eu não queria. Sai daqui, me deixa em paz. Vou ficar irritada com você e ela não se abalou. Falou pra mim que iria começar a chorar se eu não desse bola e eu falei que podia chorar, sem problemas. Não vou consolar ninguém.
Tentei por horas não olhar pra cara dela, ignorei o quanto pude, mas quando eu menos esperava.. Ela me pegou pela mão e eu já estava sentido o que ela sentia. O calor que faz nessa cidade começou a me irritar mais do que de costume e eu espraguejei baixinho meu país, falei que eu queria morar em um lugar aonde no verão faz 15 graus e todo mundo está feliz e agasalhado. Dei um passo e tropecei na calçada, quase caí de cara e ela me segurou. Fui atravessar a rua e um carro preto passou colado na minha barriga, tudo porque estava distraída com ela tentando me mostrar suas várias caras. Fui conversar sobre mim com uma quase desconhecida e ouvi coisas que não esperava ouvir. Mas ela estava ali, ao meu lado, segurando minha mão. O que fez meus olhos se encherem de lágrimas na frente de alguém que eu não queria que me visse chorando. Eu não sou fraca. Eu não sou tímida assim. Eu sou forte. Eu falo o que eu quero sempre. Eu sempre me ferro por isso. Mas porque dessa vez não consigo mostrar quem eu sou, de verdade? Porque tive que ouvir julgamentos que não cabem a mim? Ok, eu confesso, eu sou desorganizada. Deixo para a última hora, de verdade. Mas eu vesti a camisa, poxa! Eu pensei em dar muito mais de mim do que eu normalmente daria. Mas aí recebi um balde de água fria.
Tudo culpa dela. Ela me fez ficar assim por uma coisa que nunca me abalaria. Eu só estou chorando por um motivo babaca, porque ela estava do meu lado, segurando minha mão e me passando seus sentimentos que mais parecem uma montanha-russa. Não quero sentir o que você sente, TPM, vai embora, sai daqui. Não ligo se você ficar chateada. E espero que você nunca mais volte mesmo. É, nunca mais. Você me deixa mal, me deixa brava, faz brigar com meus amigos, namorado e família, me faz chorar na frente de pessoas que não deveriam estar escutando meus problemas. Poxa, você pode por um mês, se quer, me dar sossego? Deixar eu seguir minha vida como os outros 21 dias do mês eu segui. Por favor?
Aí ela fica brava. Vermelha de raiva comigo. Fala que nunca mais vai voltar e que me odeia com a voz embargada das lágrimas na garganta. Fecha a porta e eu dou um sorriso. E como o verão que de repente some, mas a gente sabe que um dia vai voltar.. Daqui a pouco ela abre a porta, entra devagarinho, deita comigo na minha cama, pega na minha mão e.. Ah não, TPM, de novo, não!!
Saí de casa e ela estava ao meu lado. Me empurrando. Me dando dor de cabeça. Querendo que eu desse atenção pra ela, mas eu não queria. Sai daqui, me deixa em paz. Vou ficar irritada com você e ela não se abalou. Falou pra mim que iria começar a chorar se eu não desse bola e eu falei que podia chorar, sem problemas. Não vou consolar ninguém.
Tentei por horas não olhar pra cara dela, ignorei o quanto pude, mas quando eu menos esperava.. Ela me pegou pela mão e eu já estava sentido o que ela sentia. O calor que faz nessa cidade começou a me irritar mais do que de costume e eu espraguejei baixinho meu país, falei que eu queria morar em um lugar aonde no verão faz 15 graus e todo mundo está feliz e agasalhado. Dei um passo e tropecei na calçada, quase caí de cara e ela me segurou. Fui atravessar a rua e um carro preto passou colado na minha barriga, tudo porque estava distraída com ela tentando me mostrar suas várias caras. Fui conversar sobre mim com uma quase desconhecida e ouvi coisas que não esperava ouvir. Mas ela estava ali, ao meu lado, segurando minha mão. O que fez meus olhos se encherem de lágrimas na frente de alguém que eu não queria que me visse chorando. Eu não sou fraca. Eu não sou tímida assim. Eu sou forte. Eu falo o que eu quero sempre. Eu sempre me ferro por isso. Mas porque dessa vez não consigo mostrar quem eu sou, de verdade? Porque tive que ouvir julgamentos que não cabem a mim? Ok, eu confesso, eu sou desorganizada. Deixo para a última hora, de verdade. Mas eu vesti a camisa, poxa! Eu pensei em dar muito mais de mim do que eu normalmente daria. Mas aí recebi um balde de água fria.
Tudo culpa dela. Ela me fez ficar assim por uma coisa que nunca me abalaria. Eu só estou chorando por um motivo babaca, porque ela estava do meu lado, segurando minha mão e me passando seus sentimentos que mais parecem uma montanha-russa. Não quero sentir o que você sente, TPM, vai embora, sai daqui. Não ligo se você ficar chateada. E espero que você nunca mais volte mesmo. É, nunca mais. Você me deixa mal, me deixa brava, faz brigar com meus amigos, namorado e família, me faz chorar na frente de pessoas que não deveriam estar escutando meus problemas. Poxa, você pode por um mês, se quer, me dar sossego? Deixar eu seguir minha vida como os outros 21 dias do mês eu segui. Por favor?
Aí ela fica brava. Vermelha de raiva comigo. Fala que nunca mais vai voltar e que me odeia com a voz embargada das lágrimas na garganta. Fecha a porta e eu dou um sorriso. E como o verão que de repente some, mas a gente sabe que um dia vai voltar.. Daqui a pouco ela abre a porta, entra devagarinho, deita comigo na minha cama, pega na minha mão e.. Ah não, TPM, de novo, não!!
terça-feira, 10 de agosto de 2010
O meu perfeito
É tudo culpa sua. Eu não consigo mais. Não tem mais ninguém, não terá mais ninguém. Eu fecho os olhos e a única coisa que me vem na cabeça é você. Aquela sua imagem de homem perfeito. Te deixo por uma hora sozinho em casa e quando volto, nada está como eu tinha deixado. Minha bagunça tão corriqueira sumiu e você fez tudo por mim. Fritou os bifes, lavou as panelas, cortou a grama do jardim.
Porque você faz isso comigo? Você me fez ser dessas que gostam de homens que preparam coisas. Que amassam frutas para fazer caipirinhas, usam a furadeira para prender armário no banheiro, instalam computadores, consertam celulares, assam uns pãezinhos, tudo com o mesmo appeal.
Seria estranho se eu não tivesse caída aos seus pés de amor. Não só pelos bifes, panelas e pãezinhos. Não tem como não ficar assim. Tenho medo de dizer que você é o homem perfeito. Eu não quero que mais ninguém feche os olhos e veja você, fazendo tudo, sendo tudo. A dona das suas imagens sou eu, poxa. Só eu posso fechar os olhos e lembrar de você fazendo tudo isso por mim.
Ei, perfeitinho. Obrigada por esses seis-anos-e-meio de você na minha vida. Te amo. Daqui pra mais uns... Cem anos?
Porque você faz isso comigo? Você me fez ser dessas que gostam de homens que preparam coisas. Que amassam frutas para fazer caipirinhas, usam a furadeira para prender armário no banheiro, instalam computadores, consertam celulares, assam uns pãezinhos, tudo com o mesmo appeal.
Seria estranho se eu não tivesse caída aos seus pés de amor. Não só pelos bifes, panelas e pãezinhos. Não tem como não ficar assim. Tenho medo de dizer que você é o homem perfeito. Eu não quero que mais ninguém feche os olhos e veja você, fazendo tudo, sendo tudo. A dona das suas imagens sou eu, poxa. Só eu posso fechar os olhos e lembrar de você fazendo tudo isso por mim.
Ei, perfeitinho. Obrigada por esses seis-anos-e-meio de você na minha vida. Te amo. Daqui pra mais uns... Cem anos?
sábado, 24 de julho de 2010
Número um
Querer estar e não poder. Querer falar sem pensar. Querer abraçar sem ter fim. Querer ficar até o dia acabar. Querer sorrir sem medir. Querer estar sem cobrar. Querer ser sem pedir. Querer brigar e temer. Querer distanciar e aproximar. Querer amar. Querer trocar de lugar. Ligar, bipar, chegar, sair, comprar. Querer viver uma amizade assim. Cheia de verbos. Cheia de vida. De confiança, de verdade.
Eu queria viver uma amizade assim. Um amor fraternal, que chega a não se importar se vai ser recíproco e, de repente, quem eu menos esperava tornou-se a mais importante. Da ausência na agenda ao número mais discado. Da inexistência à onipresença. Do número cem ao um. Do desconhecido ao amor. Sem esforço, como se já fizesse parte do curso natural da vida.
Ela me conquistou e será que tem alguém que ela não conquista? Sua voz doce e seu coração enorme entraram na minha vida, na da minha irmã, mãe e até priminha. Entraram no meu coração, colocou-a em minhas orações e me ensinou o que devia fazer para viver uma amizade assim. Amizade que não quer competir, não trai, não mente e não é falsa. Amizade que resiste e se fortalece estando perto ou longe e não muda por nenhuma situação, por aquilo que um fez ou o outro deixou de fazer. Amizade que é presente de Deus, mesma luz, mesma paz, mesma canção.
Seu verbo é poder. Poder ajudar. Poder fazer o que estiver ao seu alcance. Poder falar o que me faz bem. Poder ser quem é. Poder olhar igual para todos. Poder ser boa. Poder ser linda. Poder fazer. Poder, não o verbo. E a palavra de hoje é parabéns. Pelo dia, pelos anos, pela voz, coração, palavras, atitudes e, principalmente, pela pessoa - por mais clichê que possa parecer - maravilhosa que você é. Que hoje toda a atenção, todos os olhos, bençãos e amor estejam contigo, One. Esse númerozinho aí vai ser sempre seu na minha vida.
Eu queria viver uma amizade assim. Um amor fraternal, que chega a não se importar se vai ser recíproco e, de repente, quem eu menos esperava tornou-se a mais importante. Da ausência na agenda ao número mais discado. Da inexistência à onipresença. Do número cem ao um. Do desconhecido ao amor. Sem esforço, como se já fizesse parte do curso natural da vida.
Ela me conquistou e será que tem alguém que ela não conquista? Sua voz doce e seu coração enorme entraram na minha vida, na da minha irmã, mãe e até priminha. Entraram no meu coração, colocou-a em minhas orações e me ensinou o que devia fazer para viver uma amizade assim. Amizade que não quer competir, não trai, não mente e não é falsa. Amizade que resiste e se fortalece estando perto ou longe e não muda por nenhuma situação, por aquilo que um fez ou o outro deixou de fazer. Amizade que é presente de Deus, mesma luz, mesma paz, mesma canção.
Seu verbo é poder. Poder ajudar. Poder fazer o que estiver ao seu alcance. Poder falar o que me faz bem. Poder ser quem é. Poder olhar igual para todos. Poder ser boa. Poder ser linda. Poder fazer. Poder, não o verbo. E a palavra de hoje é parabéns. Pelo dia, pelos anos, pela voz, coração, palavras, atitudes e, principalmente, pela pessoa - por mais clichê que possa parecer - maravilhosa que você é. Que hoje toda a atenção, todos os olhos, bençãos e amor estejam contigo, One. Esse númerozinho aí vai ser sempre seu na minha vida.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Aonde estão meus parágrafos?
Vontade de escrever. Apaguei cem linhas achando que não estava bom. E vou tentar de novo. Quando sair volto aqui para dizer que tenho saudade da época em que os parágrafos saíam instantaneamente. Sem pestanejar. Sem medo.
Quero escrever mais cem linhas que me deixem arrepiada. Que me façam ter vontade de ler e reler. Que me façam sentir bem, mesmo sabendo que ninguém ou quase ninguém lê meu blog. Não me importo. A satisfação de ler cem linhas, cem parágrafos ou cem palavras e me sentir como me sinto, quando, finalmente acontece, não tem igual.
Quero escrever mais cem linhas que me deixem arrepiada. Que me façam ter vontade de ler e reler. Que me façam sentir bem, mesmo sabendo que ninguém ou quase ninguém lê meu blog. Não me importo. A satisfação de ler cem linhas, cem parágrafos ou cem palavras e me sentir como me sinto, quando, finalmente acontece, não tem igual.
sábado, 3 de julho de 2010
O sonho acabou
Como assim? De repente eu olhei pro relógio e faltavam oito minutos e mais dois gols. Percebi que não iria acontecer. Que o sonho estava prestes a acabar.. Como assim, Dunga?
Eu acreditei em você. Quando todo mundo falava mal, dizia isso e aquilo, eu sempre acreditei. Pensava que no dia 11 de julho, quando o Brasil virasse hexacampeão mundial, você seria aquele típico exemplo de teimoso que deu certo, sabe? Eu acreditei em toda aquela sua história de comprometimento. Acreditei que podíamos ganhar, mesmo com um time sem grandes craques e cheio de falhas. Acreditei no Kaká, acreditei no Robinho, Luis Fabiano. E você, Julio César? Acreditei em você também. O melhor goleiro do mundo e agora estamos todos nós, 190 milhões de brasileiros, tristes, desapontados, por um erro seu. Erro que não podia acontecer naquela altura do campeonato.
Não, não quero culpar alguém por isso. Até por que quando se trata de TIME não tem em quem jogar a culpa. Ela pode ser de cada um. Dunga, por não ter um reserva que jogasse como o Kaká, caso ele não estivesse espetacular, como sempre. Ou, talvez, por nunca trocar os jogadores na hora certa. Ou, quem sabe, por acreditar demais em um time que ele sonhou que seria perfeito. Julio César, pelo seu ego e sua vontade de querer agarrar todas, porque não enxergou o Felipe Melo bem na sua frente? Kaká, quem era você no último jogo? Esperei por um gol seu como uma criança espera por um doce e ele não veio! E, você, Felipe Melo? Que vontade é essa de ser protagonista, meu bem? Mas culpa mesmo, não tem como jogar nas mãos de um só.
Triste, sim, estou. Desapontada, desacreditada e não achei que fosse me sentir assim se isso acontecesse. Mas ontem, senti um aperto no coração tão forte quando o jogo acabou, que tive que enxugar as lágrimas dos meus olhos.
Agora é esperar por 2014. Ver o jogo ao vivo, esperar pelo futebol-arte brasileiro acontecer novamente. Ganso, Neymar, Nilmar, Kaká e Robinho.. Nossa seleção pode ser cheia de craques e fazer acontecer. Não vejo a hora de chegar mais uma vez.
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